Beeke continua a navegar por águas que ainda não experimentei como pai. ensiar os filhos a lidarem com a raiva.Que tarefa dantesca! Mal lido eu com a minha e agora, ainda por cima, tenho que ensinar algo aos meus filhos que ainda não domino.
Há duas ideias que ficaram mais marcadas. A primeira é que a raiva é um problema do coração, e como tal devemos ler bem o coração dos nossos filhos e não apenas as acções visíveis. Devemos, depois de compreender o coração deles, ensinar-lhes a respeito desse mesmo coração.
Em segundo lugar vem um conceito básico que, ainda assim é quebrado pela maoria dos pais. Não se combate raiva com raiva. Neste segundo ponto percebemos, novamente, o padrão da educação de filhos: Só posso ensinar algo que eu faça. Não é honesto, nem produz bom fruto, pedir aos meus filhos para ultrapassarem coisas que eu ainda não ultrapassei. Desta forma, nunca os conseguirei ajudar nos momentos de deceção e de falha.
"Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento...Amarás o teu próximo como a ti mesmo." Jesus Cristo
quinta-feira, fevereiro 12, 2015
quinta-feira, janeiro 29, 2015
Águas profundas
Joel Beeke fala em dois capítulos de assuntos que se revelam na adolescência.
Descobrir a vontade de Deus e lidar com a pressão de grupo.
Eu, como pai, ainda estou incrédulo que os meus pequeninos filhos de 3 e 1 anos, irão ter que lidar. no futuro, com esses problemas. A minha incredulidade, no entanto, não afasta nem um milímetro a ceteza do que irá acontecer.
A maior ajuda que os adolescentes terão, e é uma ajuda obrigatória é a dos pais.
Maldito o pai que se esquece disso, que perdoa todos os exageros com a desculpa da "fase complicada", que não reflete, nem investiga a vida do seu filho adolescente, que não o conhece, ou que, conhecendo, não faz nada.
O que tenho aprendido é que, para eu dar esta ajuda, na adolescência, aos meus filhos, preciso começar mal eles nasçam.
A falha vem, quase sempre, daí. A nossa completa falta de discernimento em relação aos problemas que as crianças enfrentam fazem com que pensemos que não há nada a fazer, não há nada a ensinar, "são coisas de criança". Se não ensinarmos no tempo de criança, o adolescente irromperá com questões e dificuldades tão súbitas que vamos, certamente, pensar que se trata de outra pessoa, não o nosso filho.
Não vou, obviamente, traçar todo o ensino que Beeke nos dá, mas vou partilhar os alicerces que, por mais óbvios que sejam, são de extrema importância.
Sem falarmos no exemplo pessoal que deve ser visto em cada pai, ou seja, os filhos esperam ver em cada pai, obediência ao Senhor inegociável e coragem para fazer o que é certo mesmo que implique prejuízo próprio. A oração (primeiro alicerce) deve ser ensinada desde as idades mais tenras. Os nossos filhos devem aprender que Deus responde de inúmeras formas, principalmente pela Sua Palavra e por conselhos de pessoas tementes ao Senhor. Por isso, devemos ensinar os nossos filhos a cuidarem da forma como escolhem as suas amizades.
A segunda área, é a da prática do estudo da Palavra de Deus. O cultivo do culto doméstico, de conversas que falem do que a Bíblia ensina, de educar com bases no que Deus quer ou não de acordo com as Sagradas Escrituras, devem ser a base para educarmos os nossos filhos a conhecerem a Palavra de Deus e a obedecerem as Suas Palavras. O alvo é que os levemos a estudar a Bíblia por eles mesmos.
A oração e a Bíblia são, com certeza, os nossos maiores aliados nesta tarefa dantesca de ensinar coisas que até a nós nos custaram a aprender. Em alguns casos, ainda agora, lidamos com lutas no que diz respeito ao que o Senhor quer, ou em arranjar coragem para ir contra o que algum grupo de pessoas nos querem levar a fazer.
Que o Senhor nos ajude.
Descobrir a vontade de Deus e lidar com a pressão de grupo.
Eu, como pai, ainda estou incrédulo que os meus pequeninos filhos de 3 e 1 anos, irão ter que lidar. no futuro, com esses problemas. A minha incredulidade, no entanto, não afasta nem um milímetro a ceteza do que irá acontecer.
A maior ajuda que os adolescentes terão, e é uma ajuda obrigatória é a dos pais.
Maldito o pai que se esquece disso, que perdoa todos os exageros com a desculpa da "fase complicada", que não reflete, nem investiga a vida do seu filho adolescente, que não o conhece, ou que, conhecendo, não faz nada.
O que tenho aprendido é que, para eu dar esta ajuda, na adolescência, aos meus filhos, preciso começar mal eles nasçam.
A falha vem, quase sempre, daí. A nossa completa falta de discernimento em relação aos problemas que as crianças enfrentam fazem com que pensemos que não há nada a fazer, não há nada a ensinar, "são coisas de criança". Se não ensinarmos no tempo de criança, o adolescente irromperá com questões e dificuldades tão súbitas que vamos, certamente, pensar que se trata de outra pessoa, não o nosso filho.
Não vou, obviamente, traçar todo o ensino que Beeke nos dá, mas vou partilhar os alicerces que, por mais óbvios que sejam, são de extrema importância.
Sem falarmos no exemplo pessoal que deve ser visto em cada pai, ou seja, os filhos esperam ver em cada pai, obediência ao Senhor inegociável e coragem para fazer o que é certo mesmo que implique prejuízo próprio. A oração (primeiro alicerce) deve ser ensinada desde as idades mais tenras. Os nossos filhos devem aprender que Deus responde de inúmeras formas, principalmente pela Sua Palavra e por conselhos de pessoas tementes ao Senhor. Por isso, devemos ensinar os nossos filhos a cuidarem da forma como escolhem as suas amizades.
A segunda área, é a da prática do estudo da Palavra de Deus. O cultivo do culto doméstico, de conversas que falem do que a Bíblia ensina, de educar com bases no que Deus quer ou não de acordo com as Sagradas Escrituras, devem ser a base para educarmos os nossos filhos a conhecerem a Palavra de Deus e a obedecerem as Suas Palavras. O alvo é que os levemos a estudar a Bíblia por eles mesmos.
A oração e a Bíblia são, com certeza, os nossos maiores aliados nesta tarefa dantesca de ensinar coisas que até a nós nos custaram a aprender. Em alguns casos, ainda agora, lidamos com lutas no que diz respeito ao que o Senhor quer, ou em arranjar coragem para ir contra o que algum grupo de pessoas nos querem levar a fazer.
Que o Senhor nos ajude.
segunda-feira, janeiro 26, 2015
Advogado de Jacó
A história de Jacó sempre foi daqueles mistérios insondáveis que vagueiam na minha mente.
No fundo, é quando tento entender assuntos que não são do meu rosário, que se torna ainda mais insondável para mim.
Quando tento entender a razão de Deus ter escolhido Jacó e não Esaú (não tenho nada a ver com isso), ou porque é que Deus, na altura, permitiu o engando, a mentira e a blasfémia de usar o Nome dEle em vão (também não é nada da minha conta), e outras questões como estas que não estão na história da personagem Bíblia em causa como, "Porquê eu?", "porque é que fizeste isto?", "porque é que não ages?", etc.
Quase que arrisco dizer que "porquê" é uma palavra muito arrogante e ofensiva para se usar com o Senhor. Isto, se somos submissos a Ele.
Voltando à história...
Algumas informações importantes:
Primeiro, Esaú tinha, de forma néscia, vendido a sua primogenitura por um guisado de lentilhas. Então porque é que depois ele se "habilita" a receber a bênção do primogénito? Com certeza, quando vendeu a sua condição ao seu irmão, não o disse ao seu pai e (digo eu, não o Senhor) pensava que a coisa podia passar assim mesmo. Não ponderou todas as consequências da sua escolha.
Segundo, parece que as mulheres que Esaú tinha escolhido para si, não eram do povo de Abraão, e isso era mau, como sempre foi, aos olhos de Deus, mas trabalhoso, amargoso e pesado ao espírito dos pais Isaque e Rebeca.
Aposto que parte da razão (a outra parte era por pura, simples e carnal predileção de Rebeca por Jacó) para Rebeca ter maquinado este complô todo, foi por não querer que noras gentias ficassem com a Bênção que era para um povo escolhido.
Terceiro, Jacó está reticente quanto ao que vai fazer para enganar o seu pai. É Rebeca quem o ordena a tal, e até dá o "corpo ao manifesto" se alguma coisa correr mal.
Obviamente que não podemos ilibar Jacó de ter mentido, de ter enganado o irmão pelo seu ponto fraco na altura (a barriga), nem por ter usado o Nome de Deus em vão jurando por Deus. Mas também é verdade que Esaú, provavelmente, já não estaria em boas relações com os pais por causa das suas escolhas matrimoniais, e provavelmente tinha grandes problemas de caráter para vender a primogenitura como vendeu e depois pensar que foi enganado pelo irmão ao não receber a bênçao dessa condição vendida. Para além disso, vemos o caráter de alguém quando, aparentemente, o jogo está perdido. Isaque, depois disto acontecer, abençoa a Jacó e manda-o para outra terra. Esaú, em reação, decide casar-se com outras duas mulheres que também não pertencem ao povo de Deus, apesar de serem filhas de Ismael. Ele decide insistir naquilo que ele sabe que é a maior mágoa dos seus pais em relação a ele.
Peço, portanto, ao tribunal a absolvição de Jacó...
No fundo, é quando tento entender assuntos que não são do meu rosário, que se torna ainda mais insondável para mim.
Quando tento entender a razão de Deus ter escolhido Jacó e não Esaú (não tenho nada a ver com isso), ou porque é que Deus, na altura, permitiu o engando, a mentira e a blasfémia de usar o Nome dEle em vão (também não é nada da minha conta), e outras questões como estas que não estão na história da personagem Bíblia em causa como, "Porquê eu?", "porque é que fizeste isto?", "porque é que não ages?", etc.
Quase que arrisco dizer que "porquê" é uma palavra muito arrogante e ofensiva para se usar com o Senhor. Isto, se somos submissos a Ele.
Voltando à história...
Algumas informações importantes:
Primeiro, Esaú tinha, de forma néscia, vendido a sua primogenitura por um guisado de lentilhas. Então porque é que depois ele se "habilita" a receber a bênção do primogénito? Com certeza, quando vendeu a sua condição ao seu irmão, não o disse ao seu pai e (digo eu, não o Senhor) pensava que a coisa podia passar assim mesmo. Não ponderou todas as consequências da sua escolha.
Segundo, parece que as mulheres que Esaú tinha escolhido para si, não eram do povo de Abraão, e isso era mau, como sempre foi, aos olhos de Deus, mas trabalhoso, amargoso e pesado ao espírito dos pais Isaque e Rebeca.
Aposto que parte da razão (a outra parte era por pura, simples e carnal predileção de Rebeca por Jacó) para Rebeca ter maquinado este complô todo, foi por não querer que noras gentias ficassem com a Bênção que era para um povo escolhido.
Terceiro, Jacó está reticente quanto ao que vai fazer para enganar o seu pai. É Rebeca quem o ordena a tal, e até dá o "corpo ao manifesto" se alguma coisa correr mal.
Obviamente que não podemos ilibar Jacó de ter mentido, de ter enganado o irmão pelo seu ponto fraco na altura (a barriga), nem por ter usado o Nome de Deus em vão jurando por Deus. Mas também é verdade que Esaú, provavelmente, já não estaria em boas relações com os pais por causa das suas escolhas matrimoniais, e provavelmente tinha grandes problemas de caráter para vender a primogenitura como vendeu e depois pensar que foi enganado pelo irmão ao não receber a bênçao dessa condição vendida. Para além disso, vemos o caráter de alguém quando, aparentemente, o jogo está perdido. Isaque, depois disto acontecer, abençoa a Jacó e manda-o para outra terra. Esaú, em reação, decide casar-se com outras duas mulheres que também não pertencem ao povo de Deus, apesar de serem filhas de Ismael. Ele decide insistir naquilo que ele sabe que é a maior mágoa dos seus pais em relação a ele.
Peço, portanto, ao tribunal a absolvição de Jacó...
quarta-feira, janeiro 21, 2015
Salmo 18 e 19
Ao ler o Salmo 18 ficamos com a impressão que, ou Davi era um grande gabarolas, ou então era o seu esforço e conquistas que garantiam o seu relacionamento com o Senhor.
Nem uma coisa nem outra. Davi está a louvar ao Senhor, aliás, os Salmos são atos de louvor, em poesia, devocional para Deus.
Os Salmos não são sistemáticos, nem foram escritos para ensinarem de forma organizada Teologia. Antes, são o resultado de orações pessoais dos servos do Senhor.
Os Salmos ajudam-nos a perceber o coração do filho de Deus em tempos de aflição, vitória, incerteza, etc.
O que percebemos é como reagiu o salmista. A inspiração está em que, na fraqueza do escritor, aprendemos a ver Deus em tudo, e a confiar nEle em todas as situações. A inspiração está também em que, nem tudo o que o salmista escreveu, ele percebeu o seu alcance. Ele falou do próprio Messias, e foi citado pelo próprio Jesus, centenas de anos mais tarde.
Quando lemos os Salmos estamos a entrar no coração do servo. Muitas vezes, deveriamos reagir assim ao ler Salmos: "...então é assim que eu deveria lidar com estas situações?", "Se Deus agiu assim com o salmista, Ele pode fazer o mesmo comigo?".
Davi está, nos versos 20 a 27 do salmo 18, aparentemente, a elogiar a sua própria vida, mas, no fundo, ele está é a perceber que há sempre algo que temos a fazer quando servimos a Deus. E isso, ninguém faz por nós.
No entanto, a conclusão a que ele chega é esclarecedora. Nos versos 47 a 50, ele percebe que todo o seu esforço, mesmo que fosse bem sucedido, não valeria de nada, porque é Deus quem dá toda a substância ao que nós chamamos de "nossa parte".
Pensar que o que eu faço tem algum valor, fora de Deus, é uma ridícula sobrevalorização do nada.
Se não fosse assim, o salmista não teria escrito o Salmo seguinte.
"Quem pode entender os próprios erros? Expurga-me Tu dos que me são ocultos. Também da soberba guarda o Teu servo, para que se não assenhoreie de mim; então, serei sincero e ficarei limpo de grande transgressão."
Salmo 20: 12-13
Pergunto, quem é, então, o motor da santidade do salmista? A sinceridade e a pureza estão dependentes de quem? De Davi, ou do Senhor?
Nem uma coisa nem outra. Davi está a louvar ao Senhor, aliás, os Salmos são atos de louvor, em poesia, devocional para Deus.
Os Salmos não são sistemáticos, nem foram escritos para ensinarem de forma organizada Teologia. Antes, são o resultado de orações pessoais dos servos do Senhor.
Os Salmos ajudam-nos a perceber o coração do filho de Deus em tempos de aflição, vitória, incerteza, etc.
O que percebemos é como reagiu o salmista. A inspiração está em que, na fraqueza do escritor, aprendemos a ver Deus em tudo, e a confiar nEle em todas as situações. A inspiração está também em que, nem tudo o que o salmista escreveu, ele percebeu o seu alcance. Ele falou do próprio Messias, e foi citado pelo próprio Jesus, centenas de anos mais tarde.
Quando lemos os Salmos estamos a entrar no coração do servo. Muitas vezes, deveriamos reagir assim ao ler Salmos: "...então é assim que eu deveria lidar com estas situações?", "Se Deus agiu assim com o salmista, Ele pode fazer o mesmo comigo?".
Davi está, nos versos 20 a 27 do salmo 18, aparentemente, a elogiar a sua própria vida, mas, no fundo, ele está é a perceber que há sempre algo que temos a fazer quando servimos a Deus. E isso, ninguém faz por nós.
No entanto, a conclusão a que ele chega é esclarecedora. Nos versos 47 a 50, ele percebe que todo o seu esforço, mesmo que fosse bem sucedido, não valeria de nada, porque é Deus quem dá toda a substância ao que nós chamamos de "nossa parte".
Pensar que o que eu faço tem algum valor, fora de Deus, é uma ridícula sobrevalorização do nada.
Se não fosse assim, o salmista não teria escrito o Salmo seguinte.
"Quem pode entender os próprios erros? Expurga-me Tu dos que me são ocultos. Também da soberba guarda o Teu servo, para que se não assenhoreie de mim; então, serei sincero e ficarei limpo de grande transgressão."
Salmo 20: 12-13
Pergunto, quem é, então, o motor da santidade do salmista? A sinceridade e a pureza estão dependentes de quem? De Davi, ou do Senhor?
segunda-feira, janeiro 19, 2015
Disciplina na igreja
Em termos de leitura sou uma alma repleta de grassas falhas. Uma delas é ainda não ter lido, até hoje, o livro de Mark Dever, "9 Marcas de uma igreja saudável".
Comecei hoje.
Ele diz: "E se tem de haver o tipo de disciplina que encontramos no Novo Testamento, precisamos conhecer e ser conhecidos uns pelos outros; e temos de ser comprometidos uns com os outros. Também precisamos ter alguma atribuiçao de autoridade" ... "Entender erroneamente estes assuntos, detestar autoridade e ressentir-se dela parece bem próximo do que constituiu a essência da queda."
Ainda só estou no prefácio e já não sei como sintetizar o que acabei de ler.
Comecei hoje.
Ele diz: "E se tem de haver o tipo de disciplina que encontramos no Novo Testamento, precisamos conhecer e ser conhecidos uns pelos outros; e temos de ser comprometidos uns com os outros. Também precisamos ter alguma atribuiçao de autoridade" ... "Entender erroneamente estes assuntos, detestar autoridade e ressentir-se dela parece bem próximo do que constituiu a essência da queda."
Ainda só estou no prefácio e já não sei como sintetizar o que acabei de ler.
sexta-feira, janeiro 16, 2015
Domesticar línguas
Já Tiago diz, na sua epístola, que a língua, apesar de pequena, é capaz de grandes coisas.
Aqui, lembro o que li de C.S. Lewis em "Cristianismo puro e simples". Não vou citar, porque não me lembro com exactidão, nem tenho o livro comigo. Mas ele dizia que, a quantidade de bem ou mal que alguém pode fazer a outrém, é equiparada com o poder que possui.
Por exemplo, um animal não consegue trazer um bem ao mundo que o afete globlamente, mas também não um mal. Subindo na "escada"... Talvez uma pessoa normal, povo ou classe média, possa fazer mais ainda, tudo se torna mais claro quando comparamos a influência que esta pessoa tem com a influência que um governante de uma potência mundial tem. Pode fazer muito bem, mas também muito mal.
Assim é a língua. é capaz das melhores coisas, mas também das piores. É difícil de controlar, até por adultos e pessoas tementes ao Senhor, quanto mais por crianças.
Joel Beeke continua, na sua senda à minha vida, de ensinar a ser pai.
Primeiro temos nós que controlar a nossa língua, para depois ensinarmos os outros. Recorrentemente exigimos dos nossos pequeninos um controle que nem nós temos.
A outra coisa que sai como consequêcia disto, tal como vimos no capítulo passado, é que o meu exemplo ensina mais do que quaisquer palavras.
Finalmente, ensinar os nossos filhos a usar a língua da forma mais correta possível. Para falar de Jesus e do Seu amor.
Se queremos filhos que falem bem temos que ser pais que falem melhor. O desafio é primeiro para nós.
Aqui, lembro o que li de C.S. Lewis em "Cristianismo puro e simples". Não vou citar, porque não me lembro com exactidão, nem tenho o livro comigo. Mas ele dizia que, a quantidade de bem ou mal que alguém pode fazer a outrém, é equiparada com o poder que possui.
Por exemplo, um animal não consegue trazer um bem ao mundo que o afete globlamente, mas também não um mal. Subindo na "escada"... Talvez uma pessoa normal, povo ou classe média, possa fazer mais ainda, tudo se torna mais claro quando comparamos a influência que esta pessoa tem com a influência que um governante de uma potência mundial tem. Pode fazer muito bem, mas também muito mal.
Assim é a língua. é capaz das melhores coisas, mas também das piores. É difícil de controlar, até por adultos e pessoas tementes ao Senhor, quanto mais por crianças.
Joel Beeke continua, na sua senda à minha vida, de ensinar a ser pai.
Primeiro temos nós que controlar a nossa língua, para depois ensinarmos os outros. Recorrentemente exigimos dos nossos pequeninos um controle que nem nós temos.
A outra coisa que sai como consequêcia disto, tal como vimos no capítulo passado, é que o meu exemplo ensina mais do que quaisquer palavras.
Finalmente, ensinar os nossos filhos a usar a língua da forma mais correta possível. Para falar de Jesus e do Seu amor.
Se queremos filhos que falem bem temos que ser pais que falem melhor. O desafio é primeiro para nós.
quinta-feira, janeiro 15, 2015
Lucas 11
Este capítulo é bom e grande demais para falar dele todo em apenas um post. Vou falar de uma parte apenas.
O capítulo é grande e bom demais porque o Senhor Jesus fala da oração como sendo a respiração espiritual para o filho de Deus. Devemos pedir e o Pai dar-nos-há o Espírito Santo.
Este capítulo fala sobre o sinal do profeta Jonas. Fala também sobre um convite para uma refeição e um convidado pouco ortodoxo nas suas palavras para quem o convidou.
Fala de espíritos demoníacos.
Quando lemos: Lucas 11: 26,
"Então leva consigo outros sete espíritos piores do que ele; e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem é pior do que o primeiro." (devem ler o contexto em que isto é dito.), percebemos que não basta pararmos com algum comportamento pecaminoso, nem basta "arrumarmos a casa" para que sejamos verdadeiramente limpos.
Há decisões que são apenas "lavagens de cara". Pensamos que isso é conversão, mas não é. Obviamente, cada um sabe de si e Deus de todos, mas devemos perceber que, muita "apostasia", como nos fala a Palavra, é exactamente porque (também como nos conta Jesus) o terreno em que caiu a semente não era bom e chegou a dar fruto, ou seja não chegou a acontecer conversão.
O maior drama é que, se apenas "lavarmos a cara", pensando que estamos a seguir a Deus, não estamos.
Quando menos esperarmos, se não buscarmos conversão verdadeira, o demónio volta e volta mais forte, e ficamos piores do que quando estávamos quando a nossa vida estava em "pantanas" o que nos levou pedir socorro a Deus.
Infelizmente,não aproveitámos para deixar Deus entrar, quisemos fazer as coisas pela metade. O resultado é que nada foi feito.
O capítulo é grande e bom demais porque o Senhor Jesus fala da oração como sendo a respiração espiritual para o filho de Deus. Devemos pedir e o Pai dar-nos-há o Espírito Santo.
Este capítulo fala sobre o sinal do profeta Jonas. Fala também sobre um convite para uma refeição e um convidado pouco ortodoxo nas suas palavras para quem o convidou.
Fala de espíritos demoníacos.
Quando lemos: Lucas 11: 26,
"Então leva consigo outros sete espíritos piores do que ele; e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem é pior do que o primeiro." (devem ler o contexto em que isto é dito.), percebemos que não basta pararmos com algum comportamento pecaminoso, nem basta "arrumarmos a casa" para que sejamos verdadeiramente limpos.
Há decisões que são apenas "lavagens de cara". Pensamos que isso é conversão, mas não é. Obviamente, cada um sabe de si e Deus de todos, mas devemos perceber que, muita "apostasia", como nos fala a Palavra, é exactamente porque (também como nos conta Jesus) o terreno em que caiu a semente não era bom e chegou a dar fruto, ou seja não chegou a acontecer conversão.
O maior drama é que, se apenas "lavarmos a cara", pensando que estamos a seguir a Deus, não estamos.
Quando menos esperarmos, se não buscarmos conversão verdadeira, o demónio volta e volta mais forte, e ficamos piores do que quando estávamos quando a nossa vida estava em "pantanas" o que nos levou pedir socorro a Deus.
Infelizmente,não aproveitámos para deixar Deus entrar, quisemos fazer as coisas pela metade. O resultado é que nada foi feito.
Ensinar a ouvir
Continuo
a ler o livro de Joel Beeke “Parenting by God's promisses” e
desta vez, ele fala sobre a arte de ouvir.
Ouvir
é um exercício de humildade. O que faz com que, as dificuldades
naturais que temos em sermos bons ouvintes, apenas provam o quão
orgulhosos somos.
Coisas como, ouvir
já a pensar na resposta, ouvir pensando apenas na nossa situação
ou problema são evidencias clara disto mesmo.
Não
fugindo do propósito do capítulo, que é ensinar esta arte aos nossos
filhos, fica claro que, primeiro temos nós que apreendê-la. Partindo
logo para a segunda lição deste processo, percebemos, por isso, que
ensinaremos a ouvir aos nossos filhos de formos exemplo para eles
neste assunto.
Acima
de tudo, ouvir é importante porque a Bíblia diz, e depois porque
abraçamos a Bíblia ouvindo-a.
Finalmente,
para além de sermos modelos no que toca a ouvir, há uma série de
comportamentos de respeito que devemos aos nossos filhos. Tais como,
olhar nos olhos, ouvir com atenção o que eles dizem, para o que
fazemos para comunicar.
Enquanto
lia este capítulo, num café, ouvia, sem ser de propósito, um pai
que se queixava da personalidade da sua filha. “não sei a quem é
que ela foi buscar aquele génio...” Custa-nos admitir, mas a
resposta a esta indagação é a que menos queremos ouvir, e não
queremos ouvir, porque não reconhecemos quem somos e as nossas
fraquezas.
Os
nosso filhos terão grande tendência de ser o que gostamos se lhes
ensinarmos o que gostamos e a forma santa de vive. Nada disto vem
naturalmente, vem tudo com esforço, tempo e afinco.
sábado, janeiro 10, 2015
Ensinar
Piedade
De todas as coisas que estamos, como pais, altamente motivados a ensinar aos nossos filhos, com certeza que, piedade não é a mais naturalmente lembrada.
Piedade, soa-nos a ultrapassado, soa a tempo de enfado e sem qualquer atração.
No entanto, se piedade é, "o desenvolvimento de um atitude de mente e alma correta em relação a Deus" como diz Calvino, deixem-me dizer que o ser enfadante ou pouco atrativo, de nada interessa.
Esta é parte da tese de Joel Beeke, A piedade é um valor em si mesmo. Se os pais forem fiéis e ensinarem, com zelo, o que é mesmo importante aos filhos, a seu tempo, Deus dará o fruto pela fidelidade.
Filhos piedosos e tementes ao Senhor.
Mas Beeke ensina que se formos relacionais (por oposição a palestrantes) na partilha destas verdades, a piedade será algo que entrará no coração da criança com grande entusiasmo.
Se, no ensino, cantarmos, conversarmos, deixarmos que sejam feitas perguntas e participações, este pode ser um caminho útil, mas também agradável.
Confissão:
Eu não tenho ensinado piedade aos meus filhos. Sinto-me altamente desafiado a iniciar este caminho.
De todas as coisas que estamos, como pais, altamente motivados a ensinar aos nossos filhos, com certeza que, piedade não é a mais naturalmente lembrada.
Piedade, soa-nos a ultrapassado, soa a tempo de enfado e sem qualquer atração.
No entanto, se piedade é, "o desenvolvimento de um atitude de mente e alma correta em relação a Deus" como diz Calvino, deixem-me dizer que o ser enfadante ou pouco atrativo, de nada interessa.
Esta é parte da tese de Joel Beeke, A piedade é um valor em si mesmo. Se os pais forem fiéis e ensinarem, com zelo, o que é mesmo importante aos filhos, a seu tempo, Deus dará o fruto pela fidelidade.
Filhos piedosos e tementes ao Senhor.
Mas Beeke ensina que se formos relacionais (por oposição a palestrantes) na partilha destas verdades, a piedade será algo que entrará no coração da criança com grande entusiasmo.
Se, no ensino, cantarmos, conversarmos, deixarmos que sejam feitas perguntas e participações, este pode ser um caminho útil, mas também agradável.
Confissão:
Eu não tenho ensinado piedade aos meus filhos. Sinto-me altamente desafiado a iniciar este caminho.
sexta-feira, janeiro 09, 2015
Parenting by God's promisses
Joel Beeke ensina que os nossos filhos têm que ter a certeza de que, mesmo quando são castigados, o são amorosamente. O conselho de que, o castigo deve ser dado num quarto privado, havendo explicação da sua razão, sem raiva, promovendo o relacionamento posterior e terminando com oração, parece-me muito bem, apesar de desafiante.
O afinco do ensino Bíblico tem que estar presente.
Ele cita o puritano Richard Baxter "Faz com que o cerne do teu esforço na sua educação seja em mostrar a santidade a eles como sendo algo da maior importância, honrável, lucrativo,agradável, delicioso e um bom estado de vida."
Que alvo tremendo para se ter na educação dos filhos.
Joel Beeke enfatiza por todo o livro que mesmo sendo os melhores pais, mesmo que cumpramos todos os requisitos, só Deus pode mudar os corações e transformar os nossos filhos em filhos de Deus.
Tenhamos fé em Deus, fazendo o nosso melhor para cumprir o mandato que o Senhor nos deu.
O afinco do ensino Bíblico tem que estar presente.
Ele cita o puritano Richard Baxter "Faz com que o cerne do teu esforço na sua educação seja em mostrar a santidade a eles como sendo algo da maior importância, honrável, lucrativo,agradável, delicioso e um bom estado de vida."
Que alvo tremendo para se ter na educação dos filhos.
Joel Beeke enfatiza por todo o livro que mesmo sendo os melhores pais, mesmo que cumpramos todos os requisitos, só Deus pode mudar os corações e transformar os nossos filhos em filhos de Deus.
Tenhamos fé em Deus, fazendo o nosso melhor para cumprir o mandato que o Senhor nos deu.
Filhos de Abraão
"Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua;"
Génesis 15: 13a
Somos, portanto, semente de Abraão.
Génesis 15: 13a
Somos, portanto, semente de Abraão.
Lucas 9
Herodes pensava que uma decapitação era suficiente para interromper qualquer tipo de movimento que incomodasse a sua ímpia rotina de vida, que tinha sido, há tão pouco tempo, reconquistada. Enganou-se.
Em relação a todas as comunidades que se chamam cristãs e que são satânicas, há uma vontade, em mim, carnal, de banir tudo, de ser juíz, de impedir todos de fazer o que fazem. Não sei como, mas lá que há essa vontade, há.
Jesus ensina que quem é contra Ele, faça o que fizer, será sempre contra Ele e, quem é por Ele, faça o que fizer, será sempre por Ele. Parece que o que Jesus está a dizer é que ninguém precisa provar nada, nem demonstrar, porque o que é, é.
Deixa-os lá estar, apenas faz o teu trabalho, disse-me o Senhor.
Em relação a todas as comunidades que se chamam cristãs e que são satânicas, há uma vontade, em mim, carnal, de banir tudo, de ser juíz, de impedir todos de fazer o que fazem. Não sei como, mas lá que há essa vontade, há.
Jesus ensina que quem é contra Ele, faça o que fizer, será sempre contra Ele e, quem é por Ele, faça o que fizer, será sempre por Ele. Parece que o que Jesus está a dizer é que ninguém precisa provar nada, nem demonstrar, porque o que é, é.
Deixa-os lá estar, apenas faz o teu trabalho, disse-me o Senhor.
quarta-feira, janeiro 08, 2014
Três coisas
Primeiro: Já não escrevo há muito tempo. Isso faz-me mal a mim e a vós bem.
Segundo: Luto com a constante tentação de fazer apenas o mínimos expectáveis.
Terceiro: O culto, mundano, da personalidade tem feito voltar os "heróis humanos" que fazem tudo bem e são dotados em inúmeras áreas. Pensando bem, muito disso é "fogo de vista", mas lá atraente é. Tenho que mortificar a minha mente neste desejo (obviamente, fico-me mesmo pelo mero desejo) também.
Segundo: Luto com a constante tentação de fazer apenas o mínimos expectáveis.
Terceiro: O culto, mundano, da personalidade tem feito voltar os "heróis humanos" que fazem tudo bem e são dotados em inúmeras áreas. Pensando bem, muito disso é "fogo de vista", mas lá atraente é. Tenho que mortificar a minha mente neste desejo (obviamente, fico-me mesmo pelo mero desejo) também.
segunda-feira, junho 03, 2013
Uma questão que me assalta
À medida que leio um livro acerca de oração, sou incomodado,
constantemente, por uma questão acerca da vida cristã.
Porque é que vivo como devo viver? O que é que faz com que
eu deva ser obediente? O que é que me leva a ser alguém de oração? O que é que
me motiva a ter fé, vontade de estar com Deus, fazer boas obras?
Vejo claramente que duas pessoas podem exibir o mesmo
comportamento de “bom cristão”, e nem por isso, ambos estarem em paz com Deus.
Os meios não nos levam ao fim.
A oração não é uma forma de eu conseguir algo.
A obediência não me torna mais espiritual.
A confiança não me faz aproximar de Deus.
Primeiro, Deus oferece-nos o fim. Deus, em Cristo,
justifica-nos, anulando o poder do pecado obre nós. Esta acção de Deus sobre
nós permite a nossa comunhão com Deus. Tudo isto é oferecido por Deus a nós. Depois,
a oração, a fé, a confiança, a obediência, e outras boas obras são, acto de
adoração e gratidão pelo que Deus nos fez. Mas creio que o ensino Bíblico vai
ainda mais longe, nenhuma destas obras ou disciplinas, ou relacionamentos com
Deus (como as quiserem chamar), são obra nossa. Deus age em nós levando-nos a
crescer em cada uma delas.
Sendo assim, a oração acontece porque Deus colocou em mim um
desejo de O conhecer e, por isso, busco-O. A obediência acontece porque Deus
colocou em mim um amor tal por Ele que o meu maior anseio é obedecer e fazer a
Sua vontade.
A pergunta que surge imediatamente, então, é, “porque é que
uns oram mais do que outros, uns são mais obedientes do que outros?”
Creio que a reposta pode ser dada, pelo menos, de duas
formas:
Em primeiro lugar, acredito que muitos membros de igrejas
que reputamos por serem salvos, porque certo dia levantaram a mão a um apelo,
não são salvos. Muita gente nas igrejas é religiosa, aficionada, interessada,
curiosa, mas não convertida. Em segundo lugar, é ensino Bíblico que é possível
crescermos na fé e no compromisso com o Senhor. Se é possível crescer,
entende-se que hajam uns mais “infantis” do que outros.
A grande questão que tenho em relação a estes casos, é que
parece que a largíssima maioria da membresia das igrejas é espiritualmente infantil,
e não faz nada em relação a isso.
A questão, como tinha dito anteriormente é: Será que o cristão,
realmente convertido, não quer crescer?
quinta-feira, maio 09, 2013
Estabilidade
Cheguei à ilha do Faial, Açores há, pouco mais de, três meses. Mudámos a nossa vida, porque decidimos aceitar um convite para pastorear a Igreja Baptista da Horta, a única cidade da ilha.
Nestes três meses, já muita coisa aconteceu, entre elas, duas mudanças de casa.
Para quem me conhece, sabe que, mudanças é do que menos gosto. Sinto-me completamente "fora de água" quando vivo aquelas semanas de transição, perco qualquer rotina que tenha construído, pareço perdido, desconfortável, "na lua", etc.
O meu anseio é conseguir uma rotina que englobe fazer exercício, estudar, pastorear, tempo com a família, e descanso, de forma regular. A isto chamo de estabilidade.
Receio que esteja a depender demais deste meu anseio, em vez de fazer o que tem que ser feito em qualquer circunstância.
Receio que esteja a pôr a minha estabilidade nas circunstâncias, em vez de no Senhor.
Receio que, na minha linha de profissão, servindo ao Deus que sirvo, e vivendo a vida que vivo, estabilidade, como a defini anteriormente, seja uma ilusão.
Nestes três meses, já muita coisa aconteceu, entre elas, duas mudanças de casa.
Para quem me conhece, sabe que, mudanças é do que menos gosto. Sinto-me completamente "fora de água" quando vivo aquelas semanas de transição, perco qualquer rotina que tenha construído, pareço perdido, desconfortável, "na lua", etc.
O meu anseio é conseguir uma rotina que englobe fazer exercício, estudar, pastorear, tempo com a família, e descanso, de forma regular. A isto chamo de estabilidade.
Receio que esteja a depender demais deste meu anseio, em vez de fazer o que tem que ser feito em qualquer circunstância.
Receio que esteja a pôr a minha estabilidade nas circunstâncias, em vez de no Senhor.
Receio que, na minha linha de profissão, servindo ao Deus que sirvo, e vivendo a vida que vivo, estabilidade, como a defini anteriormente, seja uma ilusão.
sexta-feira, abril 19, 2013
O Apóstolo
"Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso e fiéis em Cristo Jesus: a vós graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo,"
Efésios 1: 1-2
Efésios 1: 1-2
Uma
introdução a uma carta é sempre algo revelador. Ali vemos se a pessoas têm
intimidade, que tipo de pessoa é que escreve, que tipo de pessoa recebe, se são
familiares, se são familiares que se dão bem, se é uma relação “politicamente
correta apenas, etc.
Quando há
grande familiaridade, basta um “querido fulano” para se começar a carta. Não
são necessárias palavras “caras”, nem formatações específicas, nem carimbos,
nem outras coisas assim, para que se valide a carta.
Quando não
a há, então, são outros os procedimentos. Até existem minutas para servirem de
orientação na composição dessas cartas. A formatação, os termos, os prefixos,
os sufixos, são todos imprescindíveis e sem eles a carta, poderá nem ser lida.
Nesta
introdução vemos muito do que Paulo é. Vemos não o só o que Paulo é mas também
vemos o que Paulo é em relação aos leitores da sua carta. Também vemos, nesta
introdução, o que é que a igreja deve ser. E finalmente, vemos, nesta introdução,
que sentimentos devemos ter para com os outros.
Paulo
chamava-se apóstolo. Apóstolo significa “enviado”. Aliás, noutras cartas, para
Paulo, é importante argumentar claramente acerca da sua autoridade apostólica.
Isto
significa que Paulo era alguém enviado por outrem. Não tinha sido a sua vontade
que o tinha levado até ali, antes, ele tinha sido mandado para ir.
Mas não é o
apostolado de Paulo que me chama atenção. Porque podemos alegar que não somos
apóstolos, há até quem creia que os apóstolos foram só os que viveram no Novo Testamento,
os que viram, pessoalmente, o Senhor Jesus.
O que me
chama atenção, mais do que saber que Paulo abdica da sua própria vontade para
conduzir a sua vida, é a pessoa a quem ele entregou este caminho.
O que
fazemos, onde trabalhamos, onde vivemos é a vontade de quem?
O que Paulo
nos diz é que, ele era quem era, porque Deus quis que ele fosse quem fosse. Ele
tinha abdicado da sua vontade, para a entregar a Deus.
Nós
alegamos as mais variadas razões para sermos como somos. Alegamos a nossa
personalidade, traumas, doenças, culpa dos pais, educação, terra onde vivemos,
etc.
Mas
raramente dizemos que somos assim porque Deus quis.
Aprendemos com
Paulo a sermos o que Deus quer que sejamos. Aprendemos a matar a nossa vontade
e os nossos planos para que sejam os planos de Deus a vingar. A nossa opinião é
posta em segundo plano para que seja a do Senhor a vingar.
quinta-feira, abril 11, 2013
A autoridade
"Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras. A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecer com modéstia na fé, na caridade e na santificação. "
I Timóteo 2:9-15
Existe, constantemente, uma
reacção negativa, por parte de alguns que não crêem na liderança do homem no
lar e também dos que crêem que a consagração ao pastorado feminino é da vontade
de Deus (poderão ser pessoas que crêem em ambos ou que apenas crêem em um
destes items), que – ia dizendo – o ensino accerca da liderança do homem é um
ensino de inferioridade para a mulher.
Creio que não existe
inferência mais equivocada possível. Aliás, esta conclusão só pode ter quem ou
tem uma ideia errada acerca da imagem de Deus, ou acerca da liderança como está
ensinada na Bíblia.
Obviamente, não serei
extensivo na apresentação de textos Bíblicos, porque muitos se repetem na mesma
ideia, e porque não quero tornar este artigo grande demais.
Em Génesis 1 lemos acerca da
criação do homem e da mulher. No versículo 27 lemos que ambos foram criados à
imagem de Deus. Logo, ambos são, desde a criação, portadores da imagem de Deus.
Ambos têm a mesma importância, ambos devem reflectir o Senhor Deus, de alguma
forma, no plano que cada um recebeu do Criador.
Este último ponto é de
grande importância.
Imagem de Deus (que
portamos) não significa só que temos espírito, razão, nem que somos dominadores
da terra, mas também significa que, no homem, na mulher e na relação entre
eles, deve-se reflectir o próprio Deus.
Deus é comunidade. Pai,
Filho e Espírito. O Pai enviou o Filho e o Filho obedeceu ao Pai (Mateus 10:40,
João 3:16, João 4: 34), Jesus enviou o Espírito e o Espírito fala do que Jesus
ensinou (João 14:16, 26). Estes textos falam de parte do relacionamento que
existe na Trindade.
Foi à imagem deste Deus que
fomos criados. Curiosamente uma marca da imagem de Deus no homem é a família, o
sermos seres relacionais e a igreja, que por sua vez é o corpo de Cristo.
De que forma é a Trindade
tem alguma implicação na forma como vivemos a vida?
A vida deve ser uma imagem
da Trindade.
Por isso entende-se a
liderança na família e a liderança na igreja.
O ensino Bíblico acerca da
liderança vem na sua génese da Trindade.
Apesar de haver, como nos
indicaram os textos Bíblicos acima, liderança e submissão na Trindade, não há,
porque a Bíblia não ensina assim, superioridade nem inferioridade de nenhuma
daquelas pessoas.
Logo, a liderança Bíblica
não é uma posição de superioridade, antes, é uma função. Mas sejamos claros,
ela existe e é claramente ensinada pela Palavra.
Por vezes a falha de
interpretação vem com a má leitura da crítica que Jesus faz em Mateus 20: 25.
Note-se que ele não está a abolir a liderança, antes está a definir essa mesma
liderança. Quando diz: “entre vós não será assim.” Não está a dizer que não
haverá líder, mas que a liderança entre nós não será com é no mundo.
Cremos que deve haver
liderança na igreja e que essa liderança deve exercer autoridade, mas é o
Senhor quem tem autoridade (Mateus 7: 29; 9: 6; Marcos 13:34; Romanos 13:1-3).
A autoridade, então, é delegada por Deus ao líder/ Pastor/ Bispo/ Presbítero
(escolham a denominação que mais voz apraz).
Se não houvesse liderança,
ou se a liderança não usasse autoridade, como seria a igreja? Quem é que admoestava,
disciplinava, ensinava? Toda a igreja? Crentes maduros e imaturos? Idóneos e
néscios?
Não podemos crer na
demagogia de uma igreja que tem toda a pretensa “maturidade” para tratar dos
seus acefalamente, nem numa revelação comunitária dirigida a um corpo composto
por membros espirituais, carnais e até perdidos. Nem nós, nem o Senhor acredita
nisso. Por isso é que Ele designou a liderança à Sua igreja.
O ensino que temos, por
outro lado, e como já se disse, é que a liderança não deve ser como é no mundo.
A saber, imposta, forçada, autoritativa, sem ser exemplar.
Em I Tessalonicenses 3: 7-10
a autoridade era assumida por Paulo. Ele tinha autoridade, mas a diferença é o
tipo de liderança que Deus quer que tenhamos. Uma liderança de exemplo.
Textos como, Tito 1:5- 11;
Actos 20: 28- 31 e I Timóteo 5:17, não deixam qualquer margem de dúvida para
que percebamos duas coisas.
Havia liderança na igreja e
a liderança da igreja exercia autoridade. No entanto, não há sítio nenhum em
que sejamos levados a crer que os líderes eram superiores aos restantes
cristãos.
Em forma de conclusão, Deus
designou liderança na família, e liderança na igreja. Ambas são imagens dEle
próprio.
O homem é quem tem sobre os
ombros esta função. O homem é o líder no lar (Efésios 5 22-31, Colossenses 3:
18- 19, I Pedro 3: 1-7). E como não poderia deixar de ser, porque é claro na
Palavra (I Timóteo 2: 9-15, I Coríntios 14, Tito 2: 1-5), mas porque é um
caminho lógico, o homem também tem esse ministério na igreja.
Nada disto, significa que o
homem seja superior à mulher, quer sim dizer que é diferente da mulher.
E a diferença entre ambos é
que, no fundo, é a razão disto tudo. Se fossem ambos iguais, porque é que Deus
tinha criado homem e mulher? Só para procriação? Quais são as diferenças entre
ambos?
quinta-feira, abril 04, 2013
O contexto
"Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras. A mulher aprenda em silêncio com toda a submissão. Pois não permito que a mulher ensine, nem tenha domínio sobre o homem, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão; salvar-se-á, todavia, dando à luz filhos, se permanecer com sobriedade na fé, no amor e na santificação."
I Timóteo 2: 9- 15
A mais comum interpretação a este texto é que ele era destinado a uma circunstância cultural específica. Ou seja, este ensino era destinado aquela igreja naquela altura, porque haviam falsas profetas, então, na igreja a mulher não deveria ensinar. Esta explicação parece-me fraca, apesar de ser confortável, e por vezes até bem defendida. Melhor do que eu, com certeza, defenderei a minha causa.
Primeiro problema
Imaginemos, então que sim, este ensino era cultural e o critério era: se há falsos mestres mulheres, as mulheres não devem ensinar na igreja.Não seria de esperar que os homens também não ensinassem? Sempre houve falsos mestres, falsos profetas masculinos e nem por isso a Palavra, em alguma altura, se refere a que o homem não ensine.
Segundo problema
Continuando a "ir à bola" com a ideia de que é cultural...Estamos a dizer, então, que na nossa cultura não existem falsas profetizas, nem falsas professoras. Estão a falar a sério?
Terceiro problema
Não creio que seja um ensino cultural. O contexto imediato do texto que citámos acima fala da oração de devemos a todas as classes de pessoas. A "reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda a piedade e honestidade." O cristianismo estava "nas mãos" do povo, e facilmente poder-se-ia tornar uma crença elitista, excluindo os poderosos.
Em alguns círculos, ainda hoje, existe uma tendência para marginalizar os mais ricos ou mais poderosos. A fé também é para os poderosos e ricos e autoridades, e por eles também devemos orar.
Não é este, no entanto, o ponto que quero salientar.
O que quero é perguntar: qual foi o critério para dizer que até ao versículo 8 do capítulo 2 não é cultural e do versículo 9 em frente é cultural?
Entramos, assim num caminho muito perigoso quando interpretamos desta forma a Bíblia.
Não nego que a interpretação que proponho também não apresente dificuldades. Apresenta certamente. Mas toda a Bíblia é Bíblia, e toda ela a Palavra de Deus. Sendo pastor de uma igreja, que por diversas razões, ainda não vive plenamente em obediência a estas instruções, sinto temor para que, pelo poder do Espírito Santo, de forma mansa e com toda a igreja na compreensão do perfeito plano de Deus, possamos, dia-a-dia caminhar rumo ao que o Senhor tem designado para a Sua igreja.
Uma coisa é certa, não será por força, nem será por imposição. Deus fará o trabalho.
Finalmente, espero conseguir ir explanando outros aspectos do texto acima apresentado, para, desta forma, também eu contribuir para a discussão deste tema.
sexta-feira, março 29, 2013
O pagamento
Confesso que ainda não consegui voltar a escrever organizadamente. Até que ponto isso é fruto da nossa adaptação na nova terra, ou então pura preguiça, não sei.
Admiro, no entanto, aqueles que conseguem manter um ritmo constante de escrita.
Para uma pessoa como eu, tudo que é trabalho gradual, constante, vagaroso, "maratonoso", é um enorme desafio, mas ao mesmo tempo, um grande sonho a alcançar.
Não tenho conseguido...
Mas nesta época, não vos venho falar dos meus falhanços. Antes, quero tentar expressar o que Deus tem clareado na minha mente acerta da época que vivemos.
Nos meus tempos de jovem imberbe, sempre que pensava na crucificação, ficava num impasse.
Se Deus é o Senhor de tudo, Se Ele não tem que responder a ninguém e se Ele quer salvar a sua criação, porque é que teve que existir a cruz? Ainda maior a dificuldade quando se ensina que foi Ele próprio quem foi à cruz. Pensava nisso com temor... mas, ocasionalmente, parecia-me um "espectáculo" montado para mim (sendo que mim refere-se a Deus). Um acto que, na minha mente, não tinha obrigatoriedade de existir, e Deus fá-lo, porque, ensina-no a Bíblia, o preço do pecado tinha que ser pago. Mas quem exige esse preço é o próprio Deus.
É pouco provável que nestas linhas tenha conseguido exprimir o que, de facto, pairava no meu coração.
Deus começou a explicar-me o sentido da cruz. E eu passei a amá-lO mais.
A cruz foi essencial e imprescindível para a nossa reconciliação com o Senhor porque a nossa ofensa a Deus não foi uma ofensa metafórica. Quando a Bíblia ensina que "todos pecamos", Ela quer dizer que, todos traímos o Senhor, desobedecemos, afastámo-nos dEle e perdemos a comunhão com Ele.
Nada disto é linguagem figurativa, nada disto é "faz de conta". Ou seja há uma dívida real, palpável do homem para com Deus. Temos que levar o nosso pecado mais a sério.
A segunda lição que aprendi é que, Deus quer resolver este assunto.
"Então porque é que Ele não "passa por cima" disto tudo e fica resolvido?"
Pela mesma razão que qualquer coisa que é oferecida a alguém tem um custo. Mesmo que seja um rebuçado. Se eu ofereço um rebuçado a uma criança, o rebuçado não foi de graça... foi de graça para a criança, mas eu tive que pagá-lo.
Se assim é para coisas insignificantes, muito mais terá que ser para o que diz respeito à alma, à eternidade, ao relacionamento com Deus.
Para sermos perdoados por Deus, alguém tem que assumir a gravidade do nosso pecado. Primeiro, porque nós ofendemos, de facto, a Deus. E em segundo lugar porque Deus é justo, e a justiça de Deus tem que ser levada a sério.
Sendo assim, das duas uma, ou não somos perdoados e pagamos o castigo do nosso pecado, ou somos perdoados porque alguém pagou o castigo do nosso pecado. Mas no fim das contas, o castigo tem que ser pago por alguém.
Por isso é que a cruz teve que existir. Só pensa que não há razão para a cruz quem, ou não percebeu ainda a gravidade da ofensa que cometeu contra Jesus, ou então não sabe o que é justiça verdadeira.
O Evangelho entra aqui. Eu amo mais a Deus porque Deus me permitiu perceber o que vou dizer a seguir.
É que para pagar o preço do nosso pecado, que Deus exigia para que pudéssemos voltar a ter comunhão com Ele, foi o próprio Deus quem se ofereceu para resgatar o ofensor.
A cruz foi imprescindível, imerecida, mas também a razão pela qual cada vez mais amo o meu Senhor.
Admiro, no entanto, aqueles que conseguem manter um ritmo constante de escrita.
Para uma pessoa como eu, tudo que é trabalho gradual, constante, vagaroso, "maratonoso", é um enorme desafio, mas ao mesmo tempo, um grande sonho a alcançar.
Não tenho conseguido...
Mas nesta época, não vos venho falar dos meus falhanços. Antes, quero tentar expressar o que Deus tem clareado na minha mente acerta da época que vivemos.
Nos meus tempos de jovem imberbe, sempre que pensava na crucificação, ficava num impasse.
Se Deus é o Senhor de tudo, Se Ele não tem que responder a ninguém e se Ele quer salvar a sua criação, porque é que teve que existir a cruz? Ainda maior a dificuldade quando se ensina que foi Ele próprio quem foi à cruz. Pensava nisso com temor... mas, ocasionalmente, parecia-me um "espectáculo" montado para mim (sendo que mim refere-se a Deus). Um acto que, na minha mente, não tinha obrigatoriedade de existir, e Deus fá-lo, porque, ensina-no a Bíblia, o preço do pecado tinha que ser pago. Mas quem exige esse preço é o próprio Deus.
É pouco provável que nestas linhas tenha conseguido exprimir o que, de facto, pairava no meu coração.
Deus começou a explicar-me o sentido da cruz. E eu passei a amá-lO mais.
A cruz foi essencial e imprescindível para a nossa reconciliação com o Senhor porque a nossa ofensa a Deus não foi uma ofensa metafórica. Quando a Bíblia ensina que "todos pecamos", Ela quer dizer que, todos traímos o Senhor, desobedecemos, afastámo-nos dEle e perdemos a comunhão com Ele.
Nada disto é linguagem figurativa, nada disto é "faz de conta". Ou seja há uma dívida real, palpável do homem para com Deus. Temos que levar o nosso pecado mais a sério.
A segunda lição que aprendi é que, Deus quer resolver este assunto.
"Então porque é que Ele não "passa por cima" disto tudo e fica resolvido?"
Pela mesma razão que qualquer coisa que é oferecida a alguém tem um custo. Mesmo que seja um rebuçado. Se eu ofereço um rebuçado a uma criança, o rebuçado não foi de graça... foi de graça para a criança, mas eu tive que pagá-lo.
Se assim é para coisas insignificantes, muito mais terá que ser para o que diz respeito à alma, à eternidade, ao relacionamento com Deus.
Para sermos perdoados por Deus, alguém tem que assumir a gravidade do nosso pecado. Primeiro, porque nós ofendemos, de facto, a Deus. E em segundo lugar porque Deus é justo, e a justiça de Deus tem que ser levada a sério.
Sendo assim, das duas uma, ou não somos perdoados e pagamos o castigo do nosso pecado, ou somos perdoados porque alguém pagou o castigo do nosso pecado. Mas no fim das contas, o castigo tem que ser pago por alguém.
Por isso é que a cruz teve que existir. Só pensa que não há razão para a cruz quem, ou não percebeu ainda a gravidade da ofensa que cometeu contra Jesus, ou então não sabe o que é justiça verdadeira.
O Evangelho entra aqui. Eu amo mais a Deus porque Deus me permitiu perceber o que vou dizer a seguir.
É que para pagar o preço do nosso pecado, que Deus exigia para que pudéssemos voltar a ter comunhão com Ele, foi o próprio Deus quem se ofereceu para resgatar o ofensor.
A cruz foi imprescindível, imerecida, mas também a razão pela qual cada vez mais amo o meu Senhor.
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