Pronto, cheguei à conclusão de que não fui feito para grandes cidades. Não são para a minha construção.
Podia contar a história toda, mas não o vou fazer. Basta-me dizer que tinha que estar às 18:30 na faculdade de economia, e a caminho de lá, fui orientado por pessoas que sabiam menos do que eu.
Resultado, fui à faculdade de ciências sociais, passei pelo jardim da Gulbenkian, passei perto do “Amoreiras”, voltei para trás, pelo mesmo caminho que tinha feito para voltar ao “El corte inglês” e ir à sinagoga, descobri, entretanto, que era lá perto.
Queria reafirmar que, pedi orientação aos transeuntes e todos me davam a sua opinião. O meu problema, é ser demasiado crédulo.
Ia para um ensaio, consegui chegar a horas. Estava encharcado em suor (hoje estava mesmo muito calor), cansado, mas já estava a caminho com o meu amigo, que por essa altura, já tinha chegado.
Foi um serão bem passado, a recordar hinos, com o Pianista, o Rais, a Voz, e mais dois amigos meus, o Cado e o Almi. Louvámos, e até havia uma criança no nosso meio para garantir a veracidade do nosso louvor.
No fim, valeu a pena a busca. Tudo o que custa, sabe melhor…
Tocamos este domingo de manhã na Igreja de Rio de Mouro.
Ismael
ResponderEliminarEu sempre ensino os meus filhos que quando estão na rua perdidos, desorientados, sem bússola... (tudo aquilo, pelo que eu tenho lido no teu blog e já deu para perceber, tu sabes bem o que é), a primeira coisa a fazer é procurar um polícia que ele é amigo e ajuda.
Não sei se com isto ajudo a que não passes por OUTRA experiência destas (?)
Cá pra mim, esta é a tua segunda tentativa de ficcionar.... lol
ResponderEliminarProcurei um polícia, mas ele disse que era o primeiro dia dele ali. Ele também não sabia de nada...
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